{"id":173,"date":"2020-08-20T17:30:50","date_gmt":"2020-08-20T17:30:50","guid":{"rendered":"https:\/\/santacasadediamantina.com.br\/sc\/?page_id=173-old"},"modified":"2025-04-01T15:12:40","modified_gmt":"2025-04-01T18:12:40","slug":"quem-somos-before-import","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/santacasadediamantina.com.br\/sc\/quem-somos-before-import\/","title":{"rendered":"QUEM SOMOS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"background: transparent; border: 0px; margin-bottom: 1px; padding-top: 3px; padding-bottom: 3px; vertical-align: baseline; color: rgb(1, 64, 106); font-family: Shanti, sans-serif; font-size: 18px;\">S\u00edntese hist\u00f3rica<\/h2>\n<p align=\"center\" style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\"><b>S\u00cdNTESE HIST\u00d3RICA DA SANTA CASA DE CARIDADE DE DIAMANTINA<\/b><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: right;\">&nbsp;Autor: Wander Concei\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\"><b>1. FUNDA\u00c7\u00c3O<\/b><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Em um artigo cient\u00edfico, no qual faz refer\u00eancia ao&nbsp;<i>Hospital do Contrato Diamantino<\/i>&nbsp;estabelecido no ent\u00e3o Arraial do Tijuco, Sebasti\u00e3o Nataniel da Silva Gusm\u00e3o, membro da Sociedade Brasileira de Neurologia, descreveu a similaridade com que as casas de sa\u00fade foram fundadas na col\u00f4nia brasileira. No seu texto, destaca-se o seguinte esclarecimento:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">Nas vilas fundadas no Brasil nos s\u00e9culos XVI, XVII e XVIII, como em todos os dom\u00ednios portugueses, a primeira casa de sa\u00fade fundada era uma Santa Casa, seguindo o modelo da Santa Casa de Lisboa. Nos centros de extra\u00e7\u00e3o de ouro e diamantes da Capitania de Minas Gerais, em decorr\u00eancia do extraordin\u00e1rio n\u00famero de escravos e militares para extrair e proteger a riqueza, ocorreu de primeiro ser constru\u00eddo hospital para militares em Vila Rica e na Vila do Pr\u00edncipe e hospital para escravos no Tijuco.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn1\" name=\"_ftnref1\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[1]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Visto que o contingente de escravos era de propor\u00e7\u00e3o volumosa para atender a demanda da minera\u00e7\u00e3o, Sebasti\u00e3o Gusm\u00e3o enfatiza que surgiu a necessidade de um centro de sa\u00fade no Tijuco, para preservar a for\u00e7a da m\u00e3o de obra do plantel utilizado, freq\u00fcentemente em baixa, diante das condi\u00e7\u00f5es desfavor\u00e1veis de trabalho e dos acidentes habituais nos servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">A legisla\u00e7\u00e3o sobre a minera\u00e7\u00e3o no Arraial do Tijuco sofreu altera\u00e7\u00f5es desde a fase inicial em 1729, at\u00e9 que se definiu um sistema de extra\u00e7\u00e3o regido por meio de contratos, per\u00edodo que perdurou de 1740 ao ano de 1771, quando a Coroa Portuguesa definiu como monop\u00f3lio r\u00e9gio, tanto a comercializa\u00e7\u00e3o, quanto a extra\u00e7\u00e3o dos diamantes tamb\u00e9m. O&nbsp;<i>Hospital do Contrato Diamantino<\/i>&nbsp;foi fundado exatamente durante esse per\u00edodo de contratos, da\u00ed o seu nome. Os gastos com o hospital e honor\u00e1rios m\u00e9dicos eram de responsabilidade do Contratador. Ao se referir \u00e0 raz\u00e3o pela qual o referido hospital deixou de ser do \u201ccontrato\u201d, Gusm\u00e3o se valeu das publica\u00e7\u00f5es dos historiadores MM Ribeiro e J\u00fania Ferreira Furtado para destacar a observa\u00e7\u00e3o subseq\u00fcente:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">Em 1771, como a extra\u00e7\u00e3o dos diamantes tamb\u00e9m se tornou privativa da Coroa Portuguesa, esses custos passaram a ser arcados pela Real Intend\u00eancia dos Diamantes. Segundo documentos, v\u00e1rios escravos de Chica da Silva (ela foi propriet\u00e1ria de pelo menos 104 cativos) morreram ap\u00f3s terem sido internados no Hospital do Contrato Diamantino. Presume-se que o hospital contava tamb\u00e9m com um capel\u00e3o, pois em alguns documentos constava que o escravo \u201cmorreu confessado e ungido no hospital\u201d.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn2\" name=\"_ftnref2\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[2]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">As publica\u00e7\u00f5es, contudo, n\u00e3o fazem men\u00e7\u00e3o \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o do referido hospital. Isto posto, observa-se que dentre os documentos preservados no acervo da Santa Casa de Caridade de Diamantina, existem algumas folhas esparsas de um prov\u00e1vel livro de registros gerais, pertencente ao denominado \u201cHospital da Caridade\u201d, nas quais o registro mais antigo se reporta ao ano de 1780. Sem identifica\u00e7\u00e3o de documentos comprobat\u00f3rios da localiza\u00e7\u00e3o do&nbsp;<i>Hospital do Contrato<\/i>, \u00e9 bem poss\u00edvel que o mencionado&nbsp;<i>Hospital da Caridade<\/i>&nbsp;possa ser uma continuidade do antigo hospital para escravos fundado no Tijuco, cujo nome \u201ccontrato\u201d poderia perfeitamente ter sido abolido, em raz\u00e3o da extin\u00e7\u00e3o do sistema de arrendamento das lavras de diamantes para um \u201cContratador\u201d, pela promulga\u00e7\u00e3o do Regimento Diamantino, em 1771.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Hip\u00f3teses \u00e0 parte, as folhas esparsas do referido documento de registros gerais permitem que se afirme que j\u00e1 existia um&nbsp;<i>Hospital da Caridade<\/i>&nbsp;em 1780 no Arraial do Tijuco. Contudo, o ano oficial de funda\u00e7\u00e3o da atual&nbsp;<i>Santa Casa de Caridade de Diamantina<\/i>&nbsp;\u00e9 1790, conforme ata lavrada no Livro de Registro de Esmolas, em poder da institui\u00e7\u00e3o. A exist\u00eancia dos dois documentos abre grande possibilidade de que a&nbsp;<i>Santa Casa de Caridade<\/i>&nbsp;seja a continua\u00e7\u00e3o do&nbsp;<i>Hospital da Caridade<\/i>, em atividade anteriormente. O texto da ata \u00e9 o seguinte:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\" style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center; text-indent: 35.4pt;\">1790<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">Neste anno, a 23 de Mayo, dia do Divino Esp\u00edrito Santo, foi erecto Hospital pelo devoto Eremit\u00e3o Manoel de Jesus Fortes; sendo governador destas Minas, o Exmo. Sr. Bisconde de Barbacena; e Intendente dos Diamantes neste Tejuco o Sr. Desembargador Luiz Beltr\u00e3o e Fiscal o Sr. Dr. Jo\u00e3o Ign\u00e1cio do Amaral Silveira.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">Foi erecto em duas casas que se comprar\u00e3o ao Capam. Manoel Lopes de Souza, por treis mil e quinhentos cruzados, os quaes pagar\u00e3o em igual parte o R. Dor. Carlos da Silva de Oliveira e Capam. Manoel Roiz de Carvalho e logo gratuitamente as der\u00e3o ao Manoel de Jesus Fortes, para o fundar, que nomeou para S\u00edndico ao Sr. Manoel Lopes Duarte, que com b\u00f4a vontade faz as vezes de bom procurador.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn3\" name=\"_ftnref3\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[3]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Essa iniciativa do ermit\u00e3o Manoel de Jesus Fortes seguiu uma tradi\u00e7\u00e3o portuguesa, ao reproduzir a pr\u00e1tica da caridade contida no \u201cCompromisso\u201d que regia a Irmandade da Miseric\u00f3rdia. Em sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado, Maria Cl\u00e1udia Almeida Orlando Magnani registrou que a Irmandade da Miseric\u00f3rdia foi fundada em Lisboa, por iniciativa real, no ano de 1498, espalhando-se por aquele pa\u00eds, chegando a outros paises \u00e0 reboque da expans\u00e3o portuguesa ultramarina, dentre eles o Brasil, com o seguinte perfil:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">Eram atribui\u00e7\u00f5es das Miseric\u00f3rdias, sumariamente: conceder casa e tratamento aos enfermos desvalidos; acolhimento e educa\u00e7\u00e3o aos \u00f3rf\u00e3os; ora\u00e7\u00e3o e sepultura aos que morriam na indig\u00eancia; amparo \u00e0s vi\u00favas pobres; guarida e ajuda aos peregrinos necessitados; sustento nas cadeias, defesa nos tribunais e s\u00faplicas aos p\u00e9s do trono aos presos miser\u00e1veis; conforto religioso no orat\u00f3rio e no tr\u00e2nsito para o pat\u00edbulo. Para muitas Miseric\u00f3rdias, o encargo de administrar e cuidar dos hospitais coincidiu com seu alvar\u00e1 de funda\u00e7\u00e3o.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn4\" name=\"_ftnref4\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[4]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Mirando-se nesses princ\u00edpios, Manoel Fortes j\u00e1 havia fundado um Hospital da Caridade em S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei. Este recebeu o \u201cCompromisso\u201d da Miseric\u00f3rdia de Lisboa em 1817, por interm\u00e9dio do imperador Dom Jo\u00e3o VI, passando a denominar-se Santa Casa de Miseric\u00f3rdia.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn5\" name=\"_ftnref5\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[5]&nbsp;Ao fundar o Hospital de Caridade no Arraial do Tijuco, o ermit\u00e3o passou a recolher esmolas para sustentar a institui\u00e7\u00e3o, registrando os donativos recebidos no referido livro. Durante o tempo em que esteve no Arraial, conseguiu manter o hospital funcionando por meio desse expediente. Conforme as publica\u00e7\u00f5es do memorialista S\u00f3ter Ramos Couto, o ermit\u00e3o foi posteriormente expulso do Arraial, arbitrariamente, pelo intendente, sob a suspei\u00e7\u00e3o de que, circulando livre em sua atividade de pedinte, terminaria por associar-se decididamente \u00e0 atividade do contrabando de diamantes.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn6\" name=\"_ftnref6\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[6]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px;\">&nbsp;<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" alt=\"Registro de 1780\" src=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/images\/Registro%20de%201780.jpg\" height=\"616\" width=\"465\" style=\"background: transparent; border-width: 0px; border-style: initial; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-right: auto; margin-left: auto; vertical-align: baseline; display: block;\"><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\">Acervo: Santa Casa de Caridade de Diamantina<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\"><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"Ata de Funda\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/images\/Ata%20de%20Funda%C3%A7%C3%A3o.jpg\" height=\"605\" width=\"458\" style=\"background: transparent; border-width: 0px; border-style: initial; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline;\"><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\">Acervo: Santa Casa de Caridade de Diamantina<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\"><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\"><b>2. FECHAMENTO E REABERTURA<\/b><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Embora a documenta\u00e7\u00e3o existente na Santa Casa seja acanhada, verifica-se uma interrup\u00e7\u00e3o nos registros de entradas e sa\u00eddas de pacientes em 1810.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn7\" name=\"_ftnref7\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[7]&nbsp;De acordo com as publica\u00e7\u00f5es de S\u00f3ter Ramos Couto, as dificuldades porque passou a institui\u00e7\u00e3o obrigaram-na a fechar suas portas por duas vezes, no primeiro quartel do s\u00e9culo XIX.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn8\" name=\"_ftnref8\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[8]&nbsp;Isso posto, seria uma segunda paralisa\u00e7\u00e3o de suas atividades a que ocorreu em 26 de setembro de 1821, quando a Mesa Administrativa arrendou as duas casas e a ch\u00e1cara da Santa Casa a Manuel Monteiro de Pinho, ao pre\u00e7o de 40$000 (quarenta mil r\u00e9is) anuais.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn9\" name=\"_ftnref9\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[9]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Visando a sua reabertura, imaginou-se a reprodu\u00e7\u00e3o de uma pr\u00e1tica comum em Portugal, de se destinarem as rendas obtidas com os espet\u00e1culos apresentados em teatros para a manuten\u00e7\u00e3o de casas de sa\u00fade.&nbsp;Espelhando-se&nbsp;nessa tradi\u00e7\u00e3o, em 1831, a&nbsp;<i>Sociedade Promotora da Instru\u00e7\u00e3o P\u00fablica<\/i>&nbsp;prop\u00f4s a constru\u00e7\u00e3o de um teatro na Vila Diamantina, como forma de se criar uma fonte de renda, para a reabertura do hospital. Esse acontecimento foi assim registrado por Jos\u00e9 Teixeira Neves:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">Coube \u00e0 Sociedade Promotora de Instru\u00e7\u00e3o P\u00fablica levantar a id\u00e9ia da constru\u00e7\u00e3o de um edif\u00edcio para teatro no Tijuco. Afirma Ant\u00f4nio Fel\u00edcio dos Santos, em um dos seus interessant\u00edssimos&nbsp;<i>Contos do Padre Silv\u00e9rio<\/i>,<i>&nbsp;Vig\u00e1rio de Paraopeba<\/i>&nbsp;(publicado em \u201cA Uni\u00e3o\u201d, agosto de 1917), ter visto a ata de uma reuni\u00e3o daquela sociedade, realizada em 1831, na qual os seus membros assumiram o compromisso de reabrir o hospital da Santa Casa de Caridade e construir um teatro onde se representassem \u00f3peras em benef\u00edcio dos doentes pobres.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn10\" name=\"_ftnref10\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[10]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Frente \u00e0s dificuldades da \u00e9poca, n\u00e3o houve meio de se colocar a id\u00e9ia em pr\u00e1tica, inicialmente. A Santa Casa do Arraial do Tijuco n\u00e3o recebeu o \u201cCompromisso\u201d da Miseric\u00f3rdia, situa\u00e7\u00e3o que poderia lhe facilitar a obten\u00e7\u00e3o de privil\u00e9gios reais. Apesar disso, foi posta sob aos ausp\u00edcios de Santa Isabel em 1832, tendo o princ\u00edpio da \u201ccaridade crist\u00e3\u201d como imperativo de sua administra\u00e7\u00e3o. Essa informa\u00e7\u00e3o se encontra nos estudos de Maria Cl\u00e1udia Magnani, cujo registro subseq\u00fcente baseou-se nos relat\u00f3rios administrativos de 1870 a 1872:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">Em 1831, houve uma tentativa frustrada de reestrutura\u00e7\u00e3o do hospital, que ficou somente no projeto. No ano seguinte, por\u00e9m, foram estabelecidos os estatutos da irmandade de Santa Isabel, e tamb\u00e9m uma festa anual da mesma santa, o que teria sido um incentivo para a caridade, no sentido de estimular a sociedade civil a abra\u00e7ar a causa do hospital.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn11\" name=\"_ftnref11\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[11]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">A id\u00e9ia da&nbsp;<i>Sociedade Promotora da Instru\u00e7\u00e3o P\u00fablica<\/i>&nbsp;continuava apenas latente, quando um grupo de benem\u00e9ritos se reuniu em 1834, com o intuito de levar a proposi\u00e7\u00e3o da sociedade adiante. O estado de pen\u00faria que abateu sobre a popula\u00e7\u00e3o, em decorr\u00eancia da fome que vinha assolando a Vila Diamantina por cerca de dois anos, aumentando consideravelmente o contingente de doentes pelo munic\u00edpio, sensibilizou aquele grupo. Sobre a referida reuni\u00e3o, S\u00f3ter Ramos Couto publicou o seguinte:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">Numa reuni\u00e3o promovida por Francisco de Vasconcelos Lessa, Bar\u00e3o de Diamantina, e Padre Bento de Ara\u00fajo Abreu, elegeu-se a mesa restauradora do Hospital, sendo eleito provedor o Padre Bento e tesoureiro Jos\u00e9 Felix Pereira, tendo-se apurado, nesta ocasi\u00e3o, donativos no valor de 1.015$000.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn12\" name=\"_ftnref12\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[12]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">N\u00e3o obstante todo o esfor\u00e7o despendido para reativa\u00e7\u00e3o da Santa Casa, ela somente seria reaberta em 04 de julho de 1838, ao mesmo tempo em que se promoveu uma subscri\u00e7\u00e3o popular para aquisi\u00e7\u00e3o de um pequeno pr\u00e9dio no largo da Cavalhada Velha, atual pra\u00e7a Dr. Prado, onde se construiu o t\u00e3o almejado teatro logo em seguida, ao lado da igreja do Ros\u00e1rio. Observe-se cita\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Teixeira Neves:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">Pela import\u00e2ncia de Rs. 494$974, angariada por meio de subscri\u00e7\u00e3o popular foi adquirido, em 1838, o pr\u00f3prio nacional situado onde se assenta hoje a cadeia p\u00fablica, e constru\u00eddo, no seu lugar, pequeno teatro. Uma empresa incumbiu-se do financiamento e execu\u00e7\u00e3o da obra, mediante futura amortiza\u00e7\u00e3o com o produto da renda do edif\u00edcio. Em 1854, toda a d\u00edvida para esse fim contra\u00edda j\u00e1 se achava resgatada.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn13\" name=\"_ftnref13\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[13]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Ainda que o esp\u00edrito caritativo e filantr\u00f3pico da coletividade fosse de fundamental import\u00e2ncia para ajudar na manuten\u00e7\u00e3o da Santa Casa, novas fontes de recursos tiveram que ser conquistadas, como forma de garantia efetiva de sua sobreviv\u00eancia. Referindo-se \u00e0s fontes de sustento da institui\u00e7\u00e3o ao longo do s\u00e9culo XIX, Maria Cl\u00e1udia Magnani recorreu ao relat\u00f3rio de 1888, de onde retirou o seguinte esclarecimento:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">A manuten\u00e7\u00e3o do hospital a partir da reabertura em 1838, n\u00e3o p\u00f4de mais contar exclusivamente com o esp\u00edrito de caridade do povo diamantinense. A aquisi\u00e7\u00e3o de ap\u00f3lices da d\u00edvida p\u00fablica, a constru\u00e7\u00e3o de um teatro, a concess\u00e3o de loterias provinciais, a contribui\u00e7\u00e3o freq\u00fcente dos irm\u00e3os de Santa Isabel, os pequenos rendimentos provenientes da venda de legumes, frutas e verduras do quintal, a remunera\u00e7\u00e3o recebida da cadeia municipal com a venda de refei\u00e7\u00f5es para os presos pobres; eis as fontes de receita da Santa Casa no s\u00e9culo XIX, que, no entanto, se mantinha com dificuldades financeiras.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn14\" name=\"_ftnref14\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[14]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px;\"><b>&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"Ata dos irm\u00e3os de Santa Isabel - LIVRO 1902-1950\" src=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/images\/Ata%20dos%20irm%C3%A3os%20de%20Santa%20Isabel%20-%20LIVRO%201902-1950.jpg\" height=\"342\" width=\"458\" style=\"background: transparent; border-width: 0px; border-style: initial; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-right: auto; margin-left: auto; vertical-align: baseline; display: block;\"><\/b><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\"><b>Ata fazendo refer\u00eancia \u00e0 Irmandade de Santa Isabel &#8211; LIVRO DE ATAS 1902-1950<\/b><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\"><b>Acervo: Santa Casa de Caridade de Diamantina<br \/><\/b><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\"><b>3. O TEATRO SANTA ISABEL<\/b><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Adquirido o pr\u00e9dio na Cavalhada Velha, a Mesa Administrativa da Santa Casa empenhou-se na constru\u00e7\u00e3o do teatro. Um articulista publicou artigo nos jornais de Diamantina, no princ\u00edpio da d\u00e9cada de 1970, trazendo dados de sua edifica\u00e7\u00e3o. Embora sejam elucida\u00e7\u00f5es interessantes, n\u00e3o se encontram respaldadas pela indica\u00e7\u00e3o da fonte, expediente de fundamental import\u00e2ncia, principalmente neste caso espec\u00edfico, em que h\u00e1 distanciamento t\u00e3o el\u00e1stico no tempo, entre o fato descrito e a referida publica\u00e7\u00e3o. O texto \u00e9 o seguinte:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">Aos 10 de junho de 1840 foram fincados os primeiros esteios do Teatro Santa Isabel no Largo do Ros\u00e1rio, tendo 50 trabalhadores, 22 carpinteiros, 5 carregadores de pedra e terra, 8 aprendizes, 5 oleadores e mais outros trabalhadores. Havia um mestre-carpinteiro e um mestre-pedreiro.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn15\" name=\"_ftnref15\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[15]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O pequeno teatro, do qual n\u00e3o se tem not\u00edcia da exist\u00eancia de fotos, foi inaugurado em 1841, data registrada no pano de boca do palco, confiado ao Museu do Diamante, cuja alegoria foi pintada pelo artista Estanislau Ant\u00f4nio de Miranda, conforme publica\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Teixeira Neves, que ainda acrescenta:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">O edif\u00edcio foi aberto ao p\u00fablico em junho de 1841, sob a denomina\u00e7\u00e3o de Teatro de Santa Isabel, em homenagem \u00e0 padroeira da Santa Casa de Caridade, institui\u00e7\u00e3o de cujo patrim\u00f4nio era parte integrante. Assinalaria o ato inaugural um espet\u00e1culo de gala com a participa\u00e7\u00e3o do poeta repentista Jos\u00e9 Dias Paula Jorge que declamou, \u201cde improviso\u201d, uma poesia com 32 versos decass\u00edlabos, publicados posteriormente no n\u00famero de 7 de setembro de 1862 de \u201cO Jequitinhonha\u201d.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn16\" name=\"_ftnref16\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[16]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Quitado o financiamento em 1854, observou-se a viabilidade de se construir um edif\u00edcio maior. Havia a perspectiva de se auferirem maiores rendimentos com a moderniza\u00e7\u00e3o do teatro, por interm\u00e9dio de acomoda\u00e7\u00f5es mais amplas e mais confort\u00e1veis. A t\u00edtulo de ilustra\u00e7\u00e3o, observe-se coment\u00e1rio sobre o assunto, publicado posteriormente no jornal&nbsp;<i>O Munic\u00edpio<\/i>:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">Como, por\u00e9m, o enthusiasmo por essa vida do theatro, em cujo scenario figuraram os homens mais not\u00e1veis desta terra, subisse com rapidez a gamma do progresso, e a cidade promettesse estender o seu raio com a densidade de sua popula\u00e7\u00e3o, id\u00e9a foi lembrada, e a obra da construc\u00e7\u00e3o de um novo e grande edif\u00edcio, com accommoda\u00e7\u00f5es vastas e luxo pouco visto, foi iniciada por uma associa\u00e7\u00e3o, por meio de ac\u00e7\u00f5es que foram logo tomadas, parecendo que tudo conduzia aos fins desejados.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn17\" name=\"_ftnref17\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[17]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Em 1858, setenta e tr\u00eas acionistas subscreveram um empr\u00e9stimo para promover a constru\u00e7\u00e3o do novo pr\u00e9dio do teatro, nos moldes dos teatros dos grandes centros culturais do pa\u00eds, com janelas nas laterais, em tr\u00eas fileiras horizontais superpostas. Come\u00e7ou a funcionar depois de 1862, mas em condi\u00e7\u00f5es ainda prec\u00e1rias. Esse empreendimento somente n\u00e3o foi bastante danoso para a institui\u00e7\u00e3o, porque quase todos os acionistas, imbu\u00eddos do esp\u00edrito de solidariedade ao sofrimento dos desafortunados da cidade, doaram suas a\u00e7\u00f5es \u00e0 Santa Casa de Caridade. A edifica\u00e7\u00e3o foi morosa, conforme descreveu Jos\u00e9 Teixeira Neves:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">O edif\u00edcio, de s\u00f3lida constru\u00e7\u00e3o, foi levantado aos poucos. Sua espa\u00e7osa caixa, abrangendo excelente palco com al\u00e7ap\u00e3o para m\u00e1gicas, corredores, por\u00e3o, amplos e confort\u00e1veis camarins, bem aparelhada de petrechos para movimenta\u00e7\u00e3o de cenas, j\u00e1 deveria estar conclu\u00edda em 1862. O resto da obra, isto \u00e9, o corpo e a fachada externa, s\u00f3 depois de&nbsp;<b>1870<\/b>&nbsp;<b>(grifo nosso)<\/b>, na gest\u00e3o do Comendador Jos\u00e9 Ferreira de Andrade Brant, como provedor da Santa Casa, teve proveitoso andamento.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn18\" name=\"_ftnref18\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[18]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Embora o teatro tenha sido franqueado ao p\u00fablico, estando as obras ainda inconclusas, o retorno financeiro para a Santa Casa, objetivo maior de sua edifica\u00e7\u00e3o, estava sendo escasso, exatamente em conseq\u00fc\u00eancia das defici\u00eancias existentes na estrutura do edif\u00edcio. O provedor Jo\u00e3o da Matta Machado chamou a aten\u00e7\u00e3o para o problema, de forma incisiva, no relat\u00f3rio do ano compromissal de 1875 a 1876, apresentado \u00e0 Mesa Administrativa:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">Se at\u00e9 agora insignificante tem sido o rendimento que auferimos do theatro, \u00e9 isto naturalmente divido ao pessimo estado em que se acha, \u00e9 de esperar-se que completando-se as obras e preparado convinientimente o edeficio, organise-se entre n\u00f3s alguma companhia dramatica, que facultando ao povo um honesto e civilisador passa-tempo, contribua ao mesmo tempo para crear mais uma importante fonte de rendimento para o hospital de Santa Izabel.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn19\" name=\"_ftnref19\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[19]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">N\u00e3o sendo efetuados os reparos necess\u00e1rios para completa finaliza\u00e7\u00e3o da obra, o teatro foi obrigado a fechar suas portas, possivelmente, entre o final da d\u00e9cada de 1870 e in\u00edcio da d\u00e9cada de 1880. Em dezembro de 1886 foi reaberto ao p\u00fablico, sendo provedor da Santa Casa de Caridade o comendador Jos\u00e9 Ferreira de Andrade Brant,&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn20\" name=\"_ftnref20\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[20]&nbsp;que empreendeu esfor\u00e7os para efetuar alguns reparos no teatro e escorar, convenientemente, sua fachada externa. O teatro passou a ser alugado com maior freq\u00fc\u00eancia, recebendo, inclusive, companhias dram\u00e1ticas provindas de centros maiores, como o Rio de Janeiro.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Contudo, em decorr\u00eancia de seu car\u00e1ter provis\u00f3rio, os reparos efetuados por iniciativa do comendador Brant foram afetados pela a\u00e7\u00e3o inexor\u00e1vel do tempo. Por esse motivo, diante da amea\u00e7a iminente de desabamento da fachada externa, iniciou-se um movimento para se vender o teatro \u00e0 C\u00e2mara Municipal, que cuidaria de efetuar sua demoli\u00e7\u00e3o. Para n\u00e3o privar a cidade daquele entretenimento, a C\u00e2mara se comprometia a construir novo teatro na rua Tiradentes, atual rua Direita, utilizando o material do antigo. A id\u00e9ia quase vingou, transformando-se na Lei n\u00ba. 55, promulgada em 02 de outubro de 1897, nos seguintes termos:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0.0001pt 35.4pt; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; line-height: normal;\">Art. 1\u00ba &#8211; Fica o Governo Municipal autorisado a mandar construir um theatro no terreno adjacente ao Pal\u00e1cio Municipal, fazendo para esse fim acquisi\u00e7\u00e3o da respectiva planta.<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0.0001pt 35.25pt; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; line-height: normal;\">Art. 2\u00ba &#8211; \u00c9 o mesmo Governo Municipal autorisado a fazer propostas a Irmandade de Santa Izabel para compra, por meio de ap\u00f3lices a juro de 6% e amortisa\u00e7\u00e3o de 10% por sorteio, do theatro a mesma Irmandade pertencente, afim de ser applicado o seo material na construc\u00e7\u00e3o do novo.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn21\" name=\"_ftnref21\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[21]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.25pt;\">A despeito da assinatura da lei, o munic\u00edpio, apresentando um estado financeiro prec\u00e1rio, que se agravava ano ap\u00f3s ano, n\u00e3o reuniu condi\u00e7\u00f5es de cumprir o que rezava o texto dela. Reparos efetuados na fachada externa no ano seguinte, \u00e0s expensas da Santa Casa, refor\u00e7aram a estrutura do teatro, mas n\u00e3o conseguiram, entretanto, resolver os problemas em sua parte interna, concernentes aos remates necess\u00e1rios na plat\u00e9ia, no teto, nas galerias e nos camarotes.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn22\" name=\"_ftnref22\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[22]&nbsp;Como sua conserva\u00e7\u00e3o tornou-se muito dispendiosa, a iniciativa que deveria se converter em fonte de renda para ajudar na manuten\u00e7\u00e3o da Santa Casa de Caridade, transformou-se num enorme problema a ser administrado.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.25pt;\">A solu\u00e7\u00e3o definitiva somente foi estabelecida a partir da ascens\u00e3o do grupo intitulado&nbsp;<i>\u201cPartido 69\u201d<\/i>&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn23\" name=\"_ftnref23\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[23]&nbsp;ao poder municipal, no pleito de 31 de mar\u00e7o de 1912. Na esfera estadual, a condi\u00e7\u00e3o de senador do ex-agente executivo, Olympio J\u00falio de Oliveira Mour\u00e3o, lhe favorecia contatos diretos com o governo do estado de Minas Gerais. Por outro lado, no \u00e2mbito municipal, Cosme Alves do Couto, estrategicamente nomeado vice-presidente da C\u00e2mara de Vereadores, fazia parte da Mesa Administrativa da Santa Casa, como tamb\u00e9m, do corpo de amadores da Companhia Recreio Dram\u00e1tico, fundada na cidade em 1896, para dar espet\u00e1culos no Teatro Santa Isabel.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.25pt;\">Em 1912, recrudesciam em Diamantina as manifesta\u00e7\u00f5es contra as condi\u00e7\u00f5es desumanas impostas aos presos, acondicionados como animais na parte inferior do edif\u00edcio do F\u00f3rum, no centro da cidade. Essa reivindica\u00e7\u00e3o existia de longa data j\u00e1, por interm\u00e9dio de manifesta\u00e7\u00f5es semelhantes \u00e0 publica\u00e7\u00e3o feita duas d\u00e9cadas antes, assinada por Ant\u00f4nio Mour\u00e3o, exigindo do Congresso Mineiro a mudan\u00e7a da cadeia p\u00fablica para um local mais digno:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0.0001pt 35.25pt; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; line-height: normal;\">Um grito de dor e da mais viva indgna\u00e7\u00e3o parte de todos aquelles que visit\u00e3o a cadeia central do Norte de Minas! Sem luz, sem ar, sem hygiene, atolados em um verdadeiro loda\u00e7al de mis\u00e9rias materiaes e moraes, aquelles pobres desgra\u00e7ados, que trazem na frente o ferrete de criminosos, v\u00e3o passar tristemente os seus dias, sem que uma alma caridosa trate de aliviar os seus soffrimentos. [&#8230;] N\u00e3o \u00e9 com monstruosas penitenci\u00e1rias, com pris\u00f5es immundas que se levanta a dignidade humana e se susta a torrente dos crimes.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn24\" name=\"_ftnref24\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[24]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.25pt;\">Um acordo foi proposto para se resolverem essas quest\u00f5es. No dia 26 de abril de 1912, lavrou-se em cart\u00f3rio uma escritura de doa\u00e7\u00e3o do terreno onde estava edificado o teatro, em cujos termos, a Santa Casa, por interm\u00e9dio da C\u00e2mara Municipal, repassava toda a \u00e1rea ao governo do estado de Minas Gerais, para que se constru\u00edsse a cadeia p\u00fablica no local, pelo que receberia a quantia de Rs. 3.200$000.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn25\" name=\"_ftnref25\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[25]&nbsp;O acordo determinava ainda que todo acervo e madeirame do teatro demolido fossem doados pelo governo do estado \u00e0 Santa Casa, para ser utilizado na constru\u00e7\u00e3o de um novo teatro, menos dispendioso e mais bem acabado.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn26\" name=\"_ftnref26\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[26]&nbsp;Por fim, pela resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba. 65, de 27 de setembro de 1912, o poder p\u00fablico municipal de Diamantina doou \u00e0 Santa Casa um terreno, para nele se levar a efeito a referida edifica\u00e7\u00e3o.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn27\" name=\"_ftnref27\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[27]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.25pt;\">Durante os meses de dezembro de 1912 e janeiro de 1913, o edif\u00edcio no largo da Cavalhada Velha foi demolido.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn28\" name=\"_ftnref28\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[28]&nbsp;O novo Teatro Santa Isabel foi edificado na rua Tiradentes, atual rua Direita, n\u00ba. 140. Era uma constru\u00e7\u00e3o de dois pavimentos, com melhor acabamento, janelas e sacadas no superior. Na parte frontal do pavimento inferior, foi constru\u00edda uma varanda, dividida ao meio por uma escada que dava acesso \u00e0 entrada principal. Em frente \u00e0 varanda, at\u00e9 a mureta de delimita\u00e7\u00e3o com a rua, foi constru\u00eddo um jardim apraz\u00edvel. Sua inaugura\u00e7\u00e3o se deu no m\u00eas de fevereiro de 1914, com dois grandes bailes de fantasia, durante o carnaval.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn29\" name=\"_ftnref29\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[29]&nbsp;Arrendado consecutivamente pela Santa Casa, desde a sua inaugura\u00e7\u00e3o, o novo Teatro Santa Isabel foi vendido em fevereiro de 1928 por fim, passando \u00e0s m\u00e3os de particulares.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn30\" name=\"_ftnref30\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[30]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px;\">&nbsp;<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Pano de Palco do Teatro menor\" src=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/images\/Pano%20de%20Palco%20do%20Teatro%20menor.jpg\" height=\"349\" width=\"272\" style=\"background: transparent; border-width: 0px; border-style: initial; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-right: auto; margin-left: auto; vertical-align: baseline; display: block;\"><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\">Pano de Palco do Teatro menor com a data 1841<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\">Acervo: Fam\u00edlia de La\u00e9rcio Lages<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\"><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Teatro Santa Isabel no largo da Cavalhada\" src=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/images\/Teatro%20Santa%20Isabel%20no%20largo%20da%20Cavalhada.jpg\" height=\"291\" width=\"450\" style=\"background: transparent; border-width: 0px; border-style: initial; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline;\"><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\">Teatro Santa Isabel reconstru\u00eddo no largo da Cavalhada<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\">Acervo: Fam\u00edlia La\u00e9rcio Lages<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\"><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Cadeia consturida no local do antigo Teatro\" src=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/images\/Cadeia%20consturida%20no%20local%20do%20antigo%20Teatro.jpg\" height=\"282\" width=\"399\" style=\"background: transparent; border-width: 0px; border-style: initial; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline;\"><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\">Cadeia consturida no local do antigo Teatro<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\">Acervo: Fam\u00edlia La\u00e9rcio Lages<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Teatro Santa Isabel na rua Direita\" src=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/images\/Teatro%20Santa%20Isabel%20na%20rua%20Direita.jpg\" height=\"317\" width=\"432\" style=\"background: transparent; border-width: 0px; border-style: initial; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline;\"><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\">Teatro Santa Isabel constru\u00eddo na rua Direita<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\">Acervo: Fam\u00edlia La\u00e9rcio Lages<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\"><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Teatro Santa Isabel vista panor\u00e2mica\" src=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/images\/Teatro%20Santa%20Isabel%20vista%20panor%C3%A2mica.png\" height=\"596\" width=\"438\" style=\"background: transparent; border-width: 0px; border-style: initial; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline;\"><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\">Teatro Santa Isabel vista panor\u00e2mica da rua Direita<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\">Segundo pr\u00e9dio abaixo da Uni\u00e3o Oper\u00e1ria<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\">Acervo: Foto Assis<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\"><b>4. O PR\u00c9DIO DO HOSP\u00cdCIO<\/b><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">A Santa Casa de Caridade de Diamantina tomou o princ\u00edpio da \u201ccaridade crist\u00e3\u201d como imperativo de sua administra\u00e7\u00e3o, ao ser fundada a Irmandade de Santa Isabel em 1832, visando a sua reabertura. Assim, em raz\u00e3o do princ\u00edpio mencionado, al\u00e9m dos doentes, a Santa Casa recebia inv\u00e1lidos, mendigos, desvalidos, aleijados, etc.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Essa pr\u00e1tica terminava por confundir suas fun\u00e7\u00f5es de hospital com as fun\u00e7\u00f5es de asilo, situa\u00e7\u00e3o que levou o provedor Jo\u00e3o da Matta Machado a propor, em 1876, a cria\u00e7\u00e3o de um asilo anexo, como forma de n\u00e3o deixar de atender aos desvalidos. Por interm\u00e9dio desse expediente seria respeitado o princ\u00edpio da caridade crist\u00e3, norteador das a\u00e7\u00f5es da institui\u00e7\u00e3o, sem, no entanto, desviar-se do compromisso de oferecer tratamento m\u00e9dico adequado aos enfermos do hospital. No relat\u00f3rio apresentado \u00e0 Mesa Administrativa naquele ano, o provedor salientou:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">Um dos grandes males que pesa sobre o nosso hospital \u00e9 ser obrigado em certas circunst\u00e2ncias a receber e conservar inv\u00e1lidos; ora sendo o seu fim \u00fanico e natural tratar de enfermos, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel que as suas enfermarias sej\u00e3o occupadas por indiv\u00edduos que n\u00e3o exij\u00e3o tratamento por uma mol\u00e9stia actual; entretanto quando encetamos a nossa administra\u00e7\u00e3o encontramos alguns inv\u00e1lidos que por sua longa e nunca contestada resid\u00eancia no hospital, tenh\u00e3o adquerido direitos inalien\u00e1veis; destes falleceu um que a 10 annos ocupava um leito na enfermaria das mulheres, os outros ainda se conserv\u00e3o no estabelecimento. Tamb\u00e9m fomos obrigados a receber tr\u00eas inv\u00e1lidos, cuja mis\u00e9ria profunda reclamava de uma sociedade civilisada qualquer protec\u00e7\u00e3o. [&#8230;] Pretendemos para n\u00e3o sobrecarregar as nossas despesas com o tratamento destes inv\u00e1lidos, agenciar uma subscrip\u00e7\u00e3o, armando assim ainda mais um la\u00e7o \u00e0 inexgotavel caridade dos diamantinenses, e com efeito conseguimos algumas assignaturas; [&#8230;] sendo o numero e a verba das assignaturas recolhidas insufficiente para crear-se uma esp\u00e9cie de asylo de inv\u00e1lidos annexo ao hospital, resolvemos n\u00e3o effectuar a cobran\u00e7a.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn31\" name=\"_ftnref31\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[31]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Contudo, al\u00e9m dos diversos desvalidos merecedores da caridade, os considerados loucos muitas vezes eram recolhidos \u00e0 Santa Casa tamb\u00e9m, onde ficavam trancafiados em pequenos quartos destinados aos alienados da raz\u00e3o, ou em um local denominado casa forte, apropriado para os \u201cfuriosos\u201d. O estudo de Maria Cl\u00e1udia Almeida Orlando Magnani chama a aten\u00e7\u00e3o para o costume geral dessa pr\u00e1tica:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">As divis\u00f5es espec\u00edficas para os insanos, dentro das Casas de Caridade do pa\u00eds, foram situa\u00e7\u00f5es que, no s\u00e9culo XIX, precederam \u00e0s condi\u00e7\u00f5es dos hosp\u00edcios como hospitais de alienados. Estas divis\u00f5es, muitas vezes chamadas quartos fortes, casas fortes ou ainda casinha de doudos, nada tinham de um hospital de alienados. Eram dispositivos de conten\u00e7\u00e3o de furiosos, que mais se assemelhavam a pris\u00f5es.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn32\" name=\"_ftnref32\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[32]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Sobre a evolu\u00e7\u00e3o do tratamento para os considerados loucos, Maria Cl\u00e1udia Almeida Orlando Magnani, apoiada em literatura consider\u00e1vel que aborda a sa\u00fade mental, construiu trabalho de f\u00f4lego para contextualizar o tratamento da loucura em Diamantina. Segundo seus estudos, ocorreram na Europa avan\u00e7os t\u00e9cnico-cl\u00ednicos para tratamento de alienados, a partir do surgimento do manic\u00f4mio na Fran\u00e7a como instrumento de cura, na primeira metade do s\u00e9culo XIX. Em determinado momento, chegou-se \u00e0 compreens\u00e3o da necessidade de se oferecer tratamento especializado aos loucos, pondo fim \u00e0 \u00e9poca do \u201cgrande enclausuramento\u201d, conforme o que se praticava nas Casas de Caridade, processo assim descrito por Maria Cl\u00e1udia Magnani:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">Assim, a reclus\u00e3o e o isolamento dos loucos (agora alienados da raz\u00e3o), esquadrinhados e separados dos outros \u201cdiferentes\u201d \u2013 mendigos, aleijados, doentes ven\u00e9reos, blasfemos, e outros incur\u00e1veis \u2013 passaram a ser definidos como terap\u00eauticos. Esta \u00e9 a premissa do tratamento moral: o isolamento de um meio social gerador de dist\u00farbios. Isolamento e tratamento moral formaram a dupla terap\u00eautica do movimento alienista, que a partir de Pinel separou a loucura do bojo geral da exclus\u00e3o e se converteu em objeto da medicina \u2013 poss\u00edvel de medicaliza\u00e7\u00e3o e cura.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn33\" name=\"_ftnref33\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[33]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Foi procurando se alinhar a essa nova realidade, que os m\u00e9dicos no Brasil passaram a defender \u201ca necessidade de constru\u00e7\u00e3o de hosp\u00edcios, para que os alienados mentais pudessem ser tratados por especialistas\u201d. Dentre as diversas a\u00e7\u00f5es ocorridas nessa dire\u00e7\u00e3o durante o per\u00edodo imperial, duas se destacaram no pa\u00eds: A cria\u00e7\u00e3o, na d\u00e9cada de 1840, por decreto imperial, no Rio de Janeiro, do primeiro hosp\u00edcio do Brasil, denominado&nbsp;<i>Hosp\u00edcio de Pedro II<\/i>. E a cria\u00e7\u00e3o da cadeira de cl\u00ednica psiqui\u00e1trica na escola de medicina, tamb\u00e9m no Rio de Janeiro, em meados da d\u00e9cada de 1880.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn34\" name=\"_ftnref34\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[34]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na esteira do avan\u00e7o desse novo discurso de medicaliza\u00e7\u00e3o dos loucos, a Mesa Administrativa da Santa Casa de Caridade de Diamantina terminou se desviando da id\u00e9ia inicial de se levantar um asilo anexo, reconhecendo a necessidade de se erigir um edif\u00edcio apropriado para hosp\u00edcio de alienados, alinhando-se aos novos preceitos adotados pelo Imp\u00e9rio brasileiro. Era provedor da Santa Casa o comendador Jos\u00e9 Ferreira de Andrade Brant, que deu come\u00e7o \u00e0 obra em 1888, encarregando o alem\u00e3o J\u00falio Fernandes Maass dos primeiros trabalhos: aplainamento do terreno e alicerces. Maria Cl\u00e1udia Magnani, mencionou o relat\u00f3rio do ano compromissal de 1892 a 1893 apresentado \u00e0 Mesa Administrativa, em que o provedor descreve o esfor\u00e7o despendido para a constru\u00e7\u00e3o do Hosp\u00edcio da seguinte forma:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">Convencido da palpitante necessidade de que ressentia-se o Norte de Minas de um estabelecimento, onde os enfermos da raz\u00e3o encontrassem o tratamento apropriado para o seu estado, como j\u00e1 sabeis, deliberei erigir nesta cidade, e como depend\u00eancia da Santa Casa, um Hosp\u00edcio de Alienados, em cuja constru\u00e7\u00e3o tenho persistentemente trabalhado desde 1888 [&#8230;] invoquei aux\u00edlio dos poderes p\u00fablicos e apelei para o cora\u00e7\u00e3o do povo. Grandes e pequenos nos trouxeram o seu contingente [&#8230;] Com o aux\u00edlio de 2.000$OOO anuais, que nos deu a Assembl\u00e9ia Provincial; com as esmolas dos particulares, e com as pequenas sobras das economias da Santa Casa, procurei levar avante a edifica\u00e7\u00e3o projetada.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn35\" name=\"_ftnref35\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[35]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">O referido relat\u00f3rio registra ainda que a planta do pr\u00e9dio do hosp\u00edcio ficou a cargo do engenheiro diamantinense Cat\u00e3o Gomes Jardim. Passou a simbolizar a caridade, em conformidade com o preceito maior das Santas Casas. Ao s\u00edmbolo da caridade, foram adicionados mais dois s\u00edmbolos em forma de canteiros, em 1929, para completar a representa\u00e7\u00e3o das tr\u00eas virtudes teologais: \u201c<b>F\u00e9, Esperan\u00e7a e Caridade<\/b>\u201d. No relat\u00f3rio daquele ano, apresentado \u00e0 Mesa Administrativa, o provedor, Cosme Alves do Couto, registrou alguns melhoramentos efetuados no pr\u00e9dio do hosp\u00edcio, dentre os quais fez a observa\u00e7\u00e3o subseq\u00fcente:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">Foi ajardinada toda a \u00e1rea entre os dois pavilh\u00f5es que servem de enfermaria de mulheres, tornando-se hygienico e de f\u00e1cil asseio por serem as divis\u00f5es dos canteiros todas de concreto de cimento e cercados de tijolos apropriados. Na entrada do edif\u00edcio constru\u00ed, symbolisando a \u201cF\u00e9, Esperan\u00e7a e Caridade\u201d uma grande cruz, uma ancora, formando dois canteiros, exprimindo a Caridade o pr\u00f3prio edificio.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn36\" name=\"_ftnref36\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[36]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">O hosp\u00edcio de Diamantina foi o primeiro a ser constru\u00eddo em Minas Gerais. J\u00e1 em 1889, come\u00e7ou receber, ainda que provisoriamente nas quatro primeiras celas edificadas, os loucos mais exaltados, que ficavam mal acomodados em quartos ou cub\u00edculos da Santa Casa. N\u00e3o houve meios de se realizar de maneira completa o projeto do pr\u00e9dio do hosp\u00edcio em Diamantina, frente \u00e0s grandes dificuldades enfrentadas para sua edifica\u00e7\u00e3o. Contudo, a sua fachada principal foi conclu\u00edda em 1891, momento em que o hosp\u00edcio dispunha de 14 celas. Nesse est\u00e1gio conseguiu cumprir sua fun\u00e7\u00e3o de receber n\u00famero consider\u00e1vel de alienados, prestando servi\u00e7os a extensa regi\u00e3o circunvizinha.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O motivo da interrup\u00e7\u00e3o definitiva do projeto do hosp\u00edcio de Diamantina foi a constru\u00e7\u00e3o do hosp\u00edcio de Barbacena sob a tutela do estado, em 1903. Conforme estudos de Maria Cl\u00e1udia Magnani, o estado de Minas Gerais, com esse ato, procurava centralizar os recursos para tratamento da loucura, que eram destinados a v\u00e1rias Santas Casas e ao hosp\u00edcio de Diamantina, em um s\u00f3 estabelecimento de \u00e2mbito estadual, ao mesmo tempo em que se alinhava \u00e0 pol\u00edtica centralizadora da Rep\u00fablica, arcando, ele pr\u00f3prio, com seus problemas sanit\u00e1rios.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Sendo retirados os recursos p\u00fablicos que garantiam a manuten\u00e7\u00e3o do hosp\u00edcio de Diamantina, ele terminou desativado em 1906. Os alienados que acolhia foram transferidos para o hosp\u00edcio de Barbacena. Instalou-se no pr\u00e9dio um servi\u00e7o de quartos particulares para assistir a pensionistas ligados \u00e0 Santa Casa de Caridade de Diamantina. Posteriormente, o pr\u00e9dio foi utilizado para outras atividades, dentre elas, serviu como enfermaria de mulheres, por um bom tempo. Em meados da d\u00e9cada de 1970, a manuten\u00e7\u00e3o de atividades em suas depend\u00eancias tornou-se dispendiosa para a Santa Casa.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Fechado, sem utiliza\u00e7\u00e3o, sofrendo as avarias provenientes da a\u00e7\u00e3o inexor\u00e1vel do tempo, e sem receber os reparos necess\u00e1rios para sua conserva\u00e7\u00e3o, o pr\u00e9dio do hosp\u00edcio foi-se deteriorando, gradativamente, at\u00e9 alcan\u00e7ar o estado de ru\u00ednas. Como passou a oferecer riscos a quem o visitasse, teve que ser interditado e cercado com tapumes. Algumas a\u00e7\u00f5es, visando a sua restaura\u00e7\u00e3o e salvaguarda, foram tomadas ao longo do tempo, esbarrando, contudo, em entraves econ\u00f4micos, que se tornaram impeditivos para que elas lograssem \u00eaxito. As principais a\u00e7\u00f5es voltadas para esse objetivo foram registradas por Maria Jos\u00e9 de Figueiredo Vieira, num trabalho merit\u00f3rio de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o apresentado \u00e0 extinta Faculdade de Filosofia e Letras de Diamantina \u2013 FAFIDIA. Dentre essas a\u00e7\u00f5es, destaca-se um projeto, que foi inclusive aprovado pela Lei&nbsp;Rouanet,&nbsp;elaborado a partir de um comodato firmado entre o Clube da Melhor Idade \u201cBem Viver\u201d e a Mesa Administrativa da Santa Casa, em setembro de 1997. Nos objetivos apresentados por Maria Jos\u00e9 Vieira em seu trabalho, percebe-se o quanto a autora se sensibilizou com a import\u00e2ncia de se restaurar e salvaguardar o pr\u00e9dio do hosp\u00edcio, ao ter o cuidado de registrar a seguinte considera\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: 35.4pt; text-align: justify;\">O presente trabalho pretende ainda suscitar novas pesquisas sobre o tema e concorrer para a elabora\u00e7\u00e3o de projetos de recupera\u00e7\u00e3o e uso da edifica\u00e7\u00e3o, resgatando parte da mem\u00f3ria hist\u00f3rica de Diamantina, assegurando o processo de desenvolvimento urbano e, atrav\u00e9s do uso do espa\u00e7o recuperado, concorrer para a subsist\u00eancia da Santa Casa de Caridade, propriet\u00e1ria do im\u00f3vel.&nbsp;<a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftn37\" name=\"_ftnref37\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[37]<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Em 2011, sendo provedor da Santa Casa, Juscelino Brasiliano Roque, o pr\u00e9dio do hosp\u00edcio estava na imin\u00eancia de desabar, apresentando trincas em suas paredes; destrui\u00e7\u00e3o do telhado, do forro e do piso do segundo andar; portas, janelas e vidros arrancados ou quebrados. O telhado do anexo mais antigo estava destru\u00eddo, por onde o mato havia invadido o pr\u00e9dio principal at\u00e9 o teto, passando pelas paredes que, naquele lado, apresentavam rachaduras com cerca de 15 cm j\u00e1. Em car\u00e1ter de urg\u00eancia, o provedor solicitou a confec\u00e7\u00e3o de um projeto hist\u00f3rico-cultural, que justificasse as a\u00e7\u00f5es a serem efetuadas no edif\u00edcio, e entrou em acordo com o IPHAN. Estando o projeto pronto em agosto de 2011, abriu-se uma campanha de doa\u00e7\u00f5es para a popula\u00e7\u00e3o e, logo em seguida, o provedor, ap\u00f3s trabalhos preliminares para avalia\u00e7\u00e3o geral, terminou de contratar uma equipe de trabalhadores, sob a sua coordena\u00e7\u00e3o e de um mestre de obras, Claudirlei Magno do Nascimento, conhecido como \u201cN\u00f4ca Cachimbo\u201d. As doa\u00e7\u00f5es recebidas perfizeram um total de aproximadamente 18% do custo da obra e a Santa Casa arcou com o restante. No dia 23 de maio de 2013, durante as comemora\u00e7\u00f5es do 223\u00ba anivers\u00e1rio da Santa Casa, o pr\u00e9dio do hosp\u00edcio foi reinaugurado oficialmente, passando a abrigar a provedoria; os setores administrativo, cont\u00e1bil e de faturamento; a tesouraria e a associa\u00e7\u00e3o m\u00e9dica; al\u00e9m das diretorias t\u00e9cnica e cl\u00ednica.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;\"><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"hosp\u00edcio\" src=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/images\/hosp%C3%ADcio.JPG\" height=\"305\" width=\"462\" style=\"background: transparent; border-width: 0px; border-style: initial; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-right: auto; margin-left: auto; vertical-align: baseline; display: block;\"><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\">Pr\u00e9dio do Hosp\u00edcio em Ru\u00ednas<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\">Acervo: Santa Casa de Caridade de Diamantina<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\"><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"hosp\u00edcio restaurado\" src=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/images\/hosp%C3%ADcio%20restaurado.JPG\" height=\"344\" width=\"459\" style=\"background: transparent; border-width: 0px; border-style: initial; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline;\"><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\">Pr\u00e9dio do Hosp\u00edcio restaurado<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; color: rgb(85, 85, 85); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;\">Acervo: Santa Casa de Caridade de Diamantina<\/p>\n<p><br clear=\"all\"><\/p>\n<hr align=\"left\" size=\"1\" width=\"33%\" style=\"width: 480px; clear: both; border-bottom: none; height: 2px; background: rgb(238, 238, 238);\">\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref1\" name=\"_ftn1\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[1]&nbsp;ASCCD \u2013 GUSM\u00c3O, Sebasti\u00e3o Nataniel da Silva.&nbsp;<i>Tr\u00eas Hospitais do Velho Tijuco \u2013 Hospital do Contrato Diamantino, Santa Casa de Diamantina e Hosp\u00edcio da Diamantina<\/i>. Diamantina: Mimeo. 2012. p. 06.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref2\" name=\"_ftn2\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[2]&nbsp;Idem. p. 06.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref3\" name=\"_ftn3\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[3]&nbsp;Transcri\u00e7\u00e3o Ver. COUTO, S\u00f3ter Ramos.&nbsp;<i>Vultos e Fatos de Diamantina.<\/i>&nbsp;Belo Horizonte: Imprensa Oficial. 1954. pp. 52-53.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref4\" name=\"_ftn4\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[4]&nbsp;MAGNANI, Maria Cl\u00e1udia Almeida Orlando.&nbsp;<i>O Hosp\u00edcio da Diamantina. 1889 \u2013 1906.<\/i>&nbsp;Rio de Janeiro: Casa de Oswaldo Cruz \/ FIOCRUZ. 2004. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado em Hist\u00f3ria das Ci\u00eancias da Sa\u00fade. M\u00edmeo. p. 34.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref5\" name=\"_ftn5\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[5]&nbsp;Idem, p. 34.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref6\" name=\"_ftn6\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[6]&nbsp;COUTO, S\u00f3ter Ramos.&nbsp;<i>Vultos<\/i>&#8230; 1954. p. 53. OBS: S\u00f3ter Couto registra 1796 como o ano em que o ermit\u00e3o teria sido despejado do Arraial do Tijuco. Contudo, at\u00e9 dezembro de 1801, a letra no Livro de Registro de Esmolas \u00e9 muito semelhante \u00e0 dos primeiros registros, mudando somente a partir de janeiro de 1802. Um exame detalhado de grafoscopia poder\u00e1 definir com maior exatid\u00e3o essa data. ASCCD.&nbsp;<i>Livro de Registro de Esmolas<\/i>. 1790. pp. 31 v e 32.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref7\" name=\"_ftn7\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[7]&nbsp;ASCCD.&nbsp;<i>Livro de Registro de Pacientes \u2013 1791 a 1859<\/i>. p. 67.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref8\" name=\"_ftn8\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[8]&nbsp;COUTO, S\u00f3ter Ramos.&nbsp;<i>Vultos<\/i>&#8230; 1954. p. 198.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref9\" name=\"_ftn9\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[9]&nbsp;ASCCD.&nbsp;<i>Livro de Termos da Mesa Administrativa \u2013 1792 a 1862<\/i>. p. 13 v.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref10\" name=\"_ftn10\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[10]&nbsp;NEVES, Jos\u00e9 Teixeira.&nbsp;<i>Teatro de Prov\u00edncia.<\/i>&nbsp;Rio de Janeiro: Separata da Revista do Livro. 1957. n\u00ba. 08. p. 134.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref11\" name=\"_ftn11\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[11]&nbsp;MAGNANI, Maria Cl\u00e1udia Almeida Orlando.&nbsp;<i>O Hosp\u00edcio<\/i>&#8230; 2004&#8230; M\u00edmeo. p. 36.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref12\" name=\"_ftn12\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[12]&nbsp;COUTO, S\u00f3ter Ramos.&nbsp;<i>Vultos<\/i>&#8230; 1954. p. 198. Ver AHEAD \u2013 Jornal<i>&nbsp;A Estrella Polar<\/i>. Ano LX. 08\/04\/1962. n\u00ba. 14. p. 04. col. 1-2.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref13\" name=\"_ftn13\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[13]&nbsp;NEVES, Jos\u00e9 Teixeira.&nbsp;<i>Teatro<\/i>&#8230;1957. p. 134. Ver ASSCD.&nbsp;<i>Livro de Registro de Pacientes \u2013 1791 a 1859<\/i>. p. 67 v. Recome\u00e7am os registros de entradas e sa\u00eddas a partir de julho de 1838.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref14\" name=\"_ftn14\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[14]&nbsp;MAGNANI, Maria Cl\u00e1udia Almeida Orlando.&nbsp;<i>O Hosp\u00edcio<\/i>&#8230; 2004&#8230; M\u00edmeo. pp. 39-40.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref15\" name=\"_ftn15\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[15]&nbsp;AHEAD \u2013 Jornal<i>&nbsp;A Estrella Polar<\/i>. Ano LXX. 13\/02\/1972. n\u00ba. 07. p. 02. col. 1-2. AAPSTA \u2013 Jornal<i>&nbsp;Voz de Diamantina<\/i>. Ano LXVIII. 22\/07\/1973. n\u00ba. XXXIII. p. 04. col. 3.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref16\" name=\"_ftn16\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[16]&nbsp;NEVES, Jos\u00e9 Teixeira.&nbsp;<i>Teatro<\/i>&#8230;1957. p. 135.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref17\" name=\"_ftn17\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[17]&nbsp;BAT \u2013 Jornal&nbsp;<i>O Municipio<\/i>. Anno III. 06\/08\/1896. n. 79. p. 01. col. 1-3.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref18\" name=\"_ftn18\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[18]&nbsp;NEVES, Jos\u00e9 Teixeira.&nbsp;<i>Teatro de Prov\u00edncia.<\/i>&nbsp;Rio de Janeiro: Separata da Revista do Livro. 1957. n\u00ba. 08. p. 135. OBS: O documento citado deixa a id\u00e9ia de que o restante da obra foi conclu\u00eddo na d\u00e9cada de 1870, em que o comendador Brant foi realmente provedor em 71 e 72. Contudo, os jornais da \u00e9poca se referem aos reparos sendo efetuados no teatro em 1886, \u201cdepois de anos fechado\u201d. Em 1886, o comendador Brant foi eleito provedor em car\u00e1ter excepcional, exatamente para sanear a Santa Casa, que se encontrava em estado lastim\u00e1vel de decad\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref19\" name=\"_ftn19\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[19]&nbsp;ASCCD &#8211; MACHADO, Jo\u00e3o da Matta.&nbsp;<i>Relat\u00f3rio da Santa Casa de Caridade da Cidade Diamantina no anno compromissal de 1875 a 1876<\/i>. Diamantina: Typ. do Monitor do Norte. 1876. pp. 10-11.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref20\" name=\"_ftn20\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[20]&nbsp;Ver. BAT \u2013 Jornal&nbsp;<i>O Normalista<\/i>. Anno I. 17\/10\/1886. n\u00ba. 10. p. 03. col. 1. BAT \u2013 Jornal&nbsp;<i>Sete de Setembro<\/i>. Anno 1. 02\/12\/1886. n\u00ba. 13. p. 02. col. 1. \/\/\/ 16\/12\/1886. n\u00ba. 15. p. 01. col. 3. \/ p. 02. col. 1.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref21\" name=\"_ftn21\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[21]&nbsp;BAT \u2013 Jornal&nbsp;<i>O Munic\u00edpio<\/i>. Anno III. 09\/10\/1897. n\u00ba. 132. p. 01. col. 3. \/ p. 02. col. 1.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref22\" name=\"_ftn22\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[22]&nbsp;NEVES, Jos\u00e9 Teixeira.&nbsp;<i>Teatro de Prov\u00edncia.<\/i>&nbsp;Rio de Janeiro: Separata da Revista do Livro. 1957. n\u00ba. 08. p. 136.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref23\" name=\"_ftn23\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[23]&nbsp;Desde os tempos coloniais, dividida em duas correntes pol\u00edticas interessadas nos favorecimentos possibilitados por meio da deten\u00e7\u00e3o do poder, Diamantina viu tanto conservadores quanto liberais se intitularem republicanos convictos, ap\u00f3s a proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica e instala\u00e7\u00e3o do Partido Republicano Mineiro \u2013 PRM no comando do governo do estado de Minas Gerais. Desorganizados os partidos pol\u00edticos no Brasil, as duas fac\u00e7\u00f5es da oligarquia diamantinense se denominaram&nbsp;<i>Partido 45<\/i>&nbsp;e&nbsp;<i>Partido 69<\/i>, apenas em n\u00edvel municipal, cada qual afirmando ser representante oficial do PRM na cidade.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref24\" name=\"_ftn24\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[24]&nbsp;BAT \u2013 Jornal&nbsp;<i>O Munic\u00edpio<\/i>. Anno III. 24\/04\/1897. n\u00ba. 110. p. 03. col. 1. \/ p. 04. col. 1-2.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref25\" name=\"_ftn25\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[25]&nbsp;BAT \u2013 CX 496 \u2013 Cart\u00f3rio do 1\u00ba Of\u00edcio \u2013 Livro de Notas n\u00ba. 29 (1911-1914).&nbsp;fls. 27v, 28 e 28v.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref26\" name=\"_ftn26\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[26]&nbsp;ASSCD.&nbsp;<i>Livro de Registro de Atas \u2013 1902 a 1950<\/i>. pp. 53 e 53 v. Sess\u00e3o extraordin\u00e1ria de 9 de setembro de 1912.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref27\" name=\"_ftn27\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[27]&nbsp;AHEAD \u2013 Jornal<i>&nbsp;A Estrella Polar<\/i>. Anno X. 06\/10\/1912. n\u00ba. 41. p. 05. col. 5.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref28\" name=\"_ftn28\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[28]&nbsp;BAT \u2013 Escritos de Jos\u00e9 Teixeira Neves. Cx. 03. Livro 2.&nbsp;<i>Teatro<\/i>. fl. IV. AHEAD \u2013 Jornal<i>&nbsp;A Estrella Polar<\/i>. Anno X. 15\/12\/1912. n\u00ba. 50. p. 02. col. 2. \/ Anno XI. 26\/01\/1913. n\u00ba. 04. p. 02. col. 3.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref29\" name=\"_ftn29\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[29]&nbsp;BAT \u2013 Escritos de Jos\u00e9 Teixeira Neves. Cx. 03. Livro 2.&nbsp;<i>Teatro<\/i>. fl. IV. AHEAD \u2013 Jornal<i>&nbsp;A Estrella Polar<\/i>. Anno XII. 01\/03\/1914. n\u00ba. 09. p. 02. col. 3.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref30\" name=\"_ftn30\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[30]&nbsp;ASSCD.&nbsp;<i>Livro de Registro de Atas \u2013 1902 a 1950<\/i>. p. 84 v. Acta da sess\u00e3o ordin\u00e1ria do dia 13 de fevereiro de 1928.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref31\" name=\"_ftn31\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[31]&nbsp;ASCCD \u2013 MACHADO, Jo\u00e3o da Matta.&nbsp;<i>Relat\u00f3rio&nbsp;<\/i>&#8230; 1876. pp. 07-08.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref32\" name=\"_ftn32\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[32]&nbsp;MAGNANI, Maria Cl\u00e1udia Almeida Orlando.&nbsp;<i>O Hosp\u00edcio<\/i>&#8230; 2004&#8230; M\u00edmeo. p. 88.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref33\" name=\"_ftn33\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[33]&nbsp;Idem. p. 23.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref34\" name=\"_ftn34\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[34]&nbsp;Idem. pp. 24-25.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref35\" name=\"_ftn35\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[35]&nbsp;Idem. p. 59.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref36\" name=\"_ftn36\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[36]&nbsp;COUTO, Cosme Alves do.&nbsp;<i>Relat\u00f3rio da Santa Casa de Caridade de Diamantina, apresentado \u00e0 Irmandade, relativo ao anno financeiro de 1929<\/i>. Diamantina: Typ. D\u2019 \u201cA Estrella Polar\u201d. 1930. p. 05.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/index.php\/home\/fatos-historicos.html#_ftnref37\" name=\"_ftn37\" title=\"\" style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(26, 168, 251);\"><\/a>[37]&nbsp;VIEIRA, Maria Jos\u00e9 de Figueiredo.&nbsp;<i>Hosp\u00edcio da Diamantina \u2013 Mem\u00f3ria Hist\u00f3rica. Provedor Comendador Brant<\/i>. Diamantina: UEMG\/FAFIDIA. 2007. Tese de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria Regional. M\u00edmeo. pp. 01-02.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">BIBLIOGRAFIA:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">BRANT, Jos\u00e9 Ferreira de Andrade.&nbsp;<i>Relat\u00f3rio da Santa Casa de Caridade da Cidade Diamantina no anno de 1896 apresentado \u00e0 Irmandade de Santa Izabel em 31 de janeiro de 1897<\/i>. Ouro Preto: Typ. Cabral. 1897.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;COUTO, Cosme Alves do.&nbsp;<i>Relat\u00f3rio da Santa Casa de Caridade de Diamantina, apresentado \u00e0 Irmandade, relativo ao anno financeiro de 1925<\/i>. Diamantina: Typ. S. Jos\u00e9. 1926.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;________________________.&nbsp;<i>Relat\u00f3rio da Santa Casa de Caridade de Diamantina, apresentado \u00e0 Irmandade, relativo ao anno financeiro de 1929<\/i>. Diamantina: Typ. D\u2019 \u201cA Estrella Polar\u201d. 1930.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;COUTO, S\u00f3ter Ramos.&nbsp;<i>Vultos e Fatos de Diamantina.<\/i>&nbsp;Belo Horizonte: Imprensa Oficial. 1954.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;GUSM\u00c3O, Sebasti\u00e3o Nataniel da Silva.&nbsp;<i>Tr\u00eas Hospitais do Velho Tijuco \u2013 Hospital do Contrato Diamantino, Santa Casa de Diamantina e Hosp\u00edcio da Diamantina<\/i>. Diamantina: Mimeo.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;MACHADO, Jo\u00e3o da Matta.&nbsp;<i>Relat\u00f3rio da Santa Casa de Caridade da Cidade Diamantina no anno compromissal de 1875 a 1876<\/i>. Diamantina: Typ. do Monitor do Norte. 1876.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;MAGNANI, Maria Cl\u00e1udia Almeida Orlando.&nbsp;<i>O Hosp\u00edcio da Diamantina. 1889 \u2013 1906.<\/i>&nbsp;Rio de Janeiro: Casa de Oswaldo Cruz \/ FIOCRUZ. 2004. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado em Hist\u00f3ria das Ci\u00eancias da Sa\u00fade. M\u00edmeo.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;MAIA, Alexandre da Silva.&nbsp;<i>Relat\u00f3rio da Administra\u00e7\u00e3o da Santa Casa de Caridade de Diamantina referente ao anno compromissal de 1902 a 1903<\/i>. Diamantina: Typ. de Motta &amp; Companhia. 1904.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;______________________.&nbsp;<i>Relat\u00f3rio da Administra\u00e7\u00e3o da Santa Casa de Caridade de Diamantina referente ao anno compromissal de 1903 a 1904<\/i>. Diamantina: Typ. de Motta &amp; Companhia. 1904.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;MOTTA, Ant\u00f4nio.&nbsp;<i>Relat\u00f3rio da Santa Casa de Caridade de Diamantina de 1905 a 1906<\/i>. Diamantina: Typ. de Motta &amp; Companhia. 1907.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;______________.&nbsp;<i>Relat\u00f3rio da Santa Casa de Caridade, de julho de 1919 a 1920.&nbsp;<\/i>Diamantina: Typographia D\u2019 \u201cA Estrella Polar\u201d. 1921.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;NEVES, Jos\u00e9 Teixeira.&nbsp;<i>Teatro de Prov\u00edncia.<\/i>&nbsp;Rio de Janeiro: Separata da Revista do Livro. 1957. n\u00ba. 08.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;VIEIRA, Maria Jos\u00e9 de Figueiredo.&nbsp;<i>Hosp\u00edcio da Diamantina \u2013 Mem\u00f3ria Hist\u00f3rica. Provedor Comendador Brant<\/i>. Diamantina: UEMG\/FAFIDIA. 2007. Tese de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria Regional. M\u00edmeo.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">SIGLAS:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;AAPSTA \u2013 Arquivo da Associa\u00e7\u00e3o do P\u00e3o de Santo Ant\u00f4nio<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">AHEAD \u2013 Arquivo Hist\u00f3rico e Eclesi\u00e1stico da Arquidiocese de Diamantina<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">ASCCD \u2013 Arquivo da Santa Casa de Caridade de Diamantina<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">BAT \u2013 Biblioteca Ant\u00f4nio Torres<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">JORNAIS:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;A Estrela Polar<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">O Munic\u00edpio<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">O Normalista<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">Sete de Setembro<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">Voz de Diamantina<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">DOCUMENTOS:<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">ASCCD:<\/p>\n<ul style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 10px; margin-left: 15px; vertical-align: baseline; clear: both;\">\n<li style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline;\">Livro Caixa da Santa Casa \u2013 Agosto de 1904 a julho de 1939<\/li>\n<li style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline;\">Livro de Atas da Santa Casa de Caridade de Diamantina \u2013 1902 a 1950.<\/li>\n<li style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline;\">Livro de Protocolo de Entrada usado para Anota\u00e7\u00f5es Diversas da Hist\u00f3ria de Diamantina.<\/li>\n<li style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline;\">Livro de Registros de A\u00e7\u00f5es da Santa Casa \u2013 Mar\u00e7o de 1858 a abril de 1859.<\/li>\n<li style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline;\">Livro de Registro de Entrada e Sa\u00edda de Pacientes \u2013 1791 a 1859<\/li>\n<li style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline;\">Livro de Registro de Esmolas \u2013 1790<\/li>\n<li style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline;\">Livro de Termos da Mesa Administrativa \u2013 1792 a 1862<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">BAT:<\/p>\n<ul style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 10px; margin-left: 15px; vertical-align: baseline; clear: both;\">\n<li style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline;\">CX 496 \u2013 Cart\u00f3rio do 1\u00ba Of\u00edcio \u2013 Livro de Notas n\u00ba. 29 (1911-1914).<\/li>\n<li style=\"background: transparent; border: 0px; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline;\">Escritos de Jos\u00e9 Teixeira Neves. Cx. 03. Livro 2.&nbsp;<i>Teatro<\/i>.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"wander\" src=\"http:\/\/santacasadediamantina.com.br\/images\/wander.jpg\" height=\"157\" width=\"200\" style=\"background: transparent; border-width: 0px; border-style: initial; font-style: inherit; font-weight: inherit; vertical-align: baseline; float: left;\"><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">Wander Concei\u00e7\u00e3o<br \/>Graduado em L\u00edngua Portuguesa pela Faculdade de Filosofia e Letras de Diamantina, da Funda\u00e7\u00e3o Educacional do Vale do Jequitinhonha. Assessor hist\u00f3rico-cultural da Santa Casa de Caridade na provedoria de Juscelino Brasiliano Roque<br \/>M\u00fasico, pesquisador, poeta e escritor.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 10px; text-align: justify;\">&nbsp;Membro fundador do GIED \u2013 Grupo de Incentivo ao Escritor Diamantinense. Autor dos livros: 1) Caminhos do Desenvolvimento \u2013 S\u00edntese Hist\u00f3rica da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri \u2013 UFVJM 2005. 2) La Mezza Notte \u2013 O lugar social do m\u00fasico diamantinense e as origens da Vesperata \u2013 UFVJM 2007. 3) A Terra, O P\u00e3o, A Justi\u00e7a Social \u2013 A importante participa\u00e7\u00e3o da Igreja nas pol\u00edticas p\u00fablicas do Brasil \u2013 FUMARC 2010.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00edntese hist\u00f3rica S\u00cdNTESE HIST\u00d3RICA DA SANTA CASA DE CARIDADE DE DIAMANTINA &nbsp;Autor: Wander Concei\u00e7\u00e3o 1. FUNDA\u00c7\u00c3O &nbsp; Em um artigo cient\u00edfico, no qual faz refer\u00eancia ao&nbsp;Hospital do Contrato Diamantino&nbsp;estabelecido no ent\u00e3o Arraial do Tijuco, Sebasti\u00e3o Nataniel da Silva Gusm\u00e3o, membro da Sociedade Brasileira de Neurologia, descreveu a similaridade com que as casas de sa\u00fade foram&hellip; <br \/> <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/santacasadediamantina.com.br\/sc\/quem-somos-before-import\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-173","page","type-page","status-publish","hentry"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>QUEM SOMOS - Santa Casa de Diamantina<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/santacasadediamantina.com.br\/sc\/quem-somos-before-import\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"QUEM SOMOS - Santa Casa de Diamantina\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"S\u00edntese hist\u00f3rica S\u00cdNTESE HIST\u00d3RICA DA SANTA CASA DE CARIDADE DE DIAMANTINA &nbsp;Autor: Wander Concei\u00e7\u00e3o 1. 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